Em 1949, foi criada a Inspetoria Geral de Estradas de Rodagem pelo Decreto nº 194, de 23 de dezembro daquele ano, subordinada à Diretoria de Obras Públicas.

Ficou-lhe atribuída a competência de repartição especializada e com a tarefa de não só projetar novas estradas de rodagem e prover-lhe à construção, como também incumbiu-se da conservação das existentes, exercendo, ainda, a fiscalização da taxa do tráfego.

Com a adoção do sistema preconizado pelo Decreto Lei nº 8.463 de 27 de dezembro de 1945, veio a Comissão de Estradas de Rodagem, para beneficiar-se das vantagens e demais recursos estabelecidos na importante lei federal.

Com esse relevo nos quadros administrativos, a Comissão de Estradas de Rodagem, criada pelo Decreto Lei nº 1.036, de 31 de julho de 1946, já encontrou uma estrutura adiantada no setor rodoviário e uma mentalidade bem viva a respeito do problema de transporte em Sergipe.

O Decreto Lei nº 345, de 03 de setembro de 1946, ainda na Interventoria Federal do Coronel Antônio de Freitas Brandão, veio estabelecer as normas para a administração financeira da nova entidade.

O plano de contas, em observância a esse diploma, deve-se a uma correta colaboração do economista e contador Aloísio Campos, destacado membro da Comissão de Controle, sendo este trabalho muito bem aceito pelos membros autores das ciências contábeis e financeiras.

A Comissão de Estradas de Rodagem, dentro do seu plano de atividades, funcionou normalmente sob essa estrutura até junho de 1949.

Ascendendo ao Governo do Estado, o ilustre Engenheiro de Minas e Civil José Rollemberg Leite, que havia sido também Diretor de Obras Públicas, cuja subordinação se encontrava a Comissão de Estradas de Rodagem, nomeou seu Diretor o Engº Fausto Soares de Andrade.

Com o desenvolvimento do rodoviarismo impulsionado pela vigência do Decreto Lei nº 8.463, o Departamento Nacional de Estradas de Rodagem exigia um teto de condições para que a repartição estadual pudesse integrar-se ao regime recomendado pela legislação. O Engº José Rollemberg Leite, pela Lei nº 149 de 06 de junho de 1949, convertia a Comissão em Departamento de Estradas de Rodagem, com fundamentos de pessoa jurídica autônoma e capacidade administrativa e financeira definida, subordinado apenas ao Governo.

O Engº Fausto Soares de Andrade continuou na sua gestão, passando a ser o primeiro diretor da Autarquia.

A condução da Autarquia, nos períodos seguintes, foi exercida pelos Engenheiros:
– Fernando Garcez Vieira – de 1950 a 1955; 1970 a 1975;
– Josué Batista de Jesus – de 1955 a 1957;
– Carlos Carvalho – de 1957 a 1959;
– José Garcia Neto – de 1959 – 1962;
– Joel Fontes Costa – de 1962 a 1963; 1975 a 1979; 1983 a 1987;
– José Rollemberg Leite – de 1963 – 1965;
– Paulo Barreto de Menezes – de 1965 a 1970;
– Carlos Henrique de Carvalho – de 1979 a 1982;
– Edson Leal Menezes Filho – de 1982 a 1983; 1987 – 1987; 1988 – 1990; 2004 a 2006;
– Hoover Passos Barreto – 1987 a 1988;
– Flávio Conceição de Oliveira Neto – de 1990 a 1991;
– Eraldo Targino de Macedo – de 1991 a 1993;
– Luiz Durval Machado Tavares – de 1993 a 1994
– Gentil Tavares Filho – de 1994 a 1995;
– Lindberg Gondim de Lucena – de 1995 a 1996; 2003 a 2004
– Joelson Hora Costa – de 1997 a 200

– Ezio Prata Faro – de 2007 a 2010;

-Antonio José de Vasconcelos – 2010 a 2019;

 

– Atualmente está como diretor-presidente, o Engº Ancelmo Luiz de Souza.

Para o melhor atendimento a rede de estradas do DER-SE, em 1974, foram criadas quatro residências, que englobam por zonas:
1ª Residência do DER-SE localizada no município de Estância ;
2ª Residência do DER-SE localizada no município de Lagarto;
3ª Residência do DER-SE localizada no município N.S. da Glória;
4ª Residência do DER-SE localizada no município de Japaratuba;

A Reforma Administrativa e Organizacional do DER/SE efetuada no ano de 1994, alterou a nomenclatura das Residência Rodoviárias passando a ser denominados de Distritos Rodoviários Estaduais, bem como, a criação de mais um, o 5º Distrito Rodoviário Estadual localizado no Município de Aracaju.

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